domingo, 17 de abril de 2011
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Arte
Refletindo com Míriam Celeste
“Cada um lê com os olhos que tem. E interpreta a partir de onde os pés pisam. Todo ponto de vista é a vista de um ponto”
Leonardo Boff. A águia e a galinha: uma metáfora da condição humana
.
É nos encontros e relacionamentos que crescemos, aprendemos, ampliamos nossos horizontes. O cotidiano nos oferece a riqueza desses encontros. Deles germinam sentimentos, sensações e pensamentos. O que pensamos do saber do outro? Confiamos no seu saber? Nos encontros prazerosos e abertos acolhemos as descobertas. Nos encontros dificultosos, germinam preconceitos e confrontos. Nessa interação com o mundo vamos construindo nosso conhecimento da realidade. Cuidar da qualidade desses encontros nos abre caminho para ultrapassar nossos limites. Temos perspectivas, conceitos, cristalizados que nos limitam, é preciso olhar através de outra perspectiva, mais ampla, mais aberta, mais profunda.
Miriam Celeste refere-se à arte, ao educador do ensino da arte, que convocando os sentidos de seus alunos, no aprender vendo, no exercício do olhar abre uma nova perspectiva para a mediação no ensino da arte em nossas escolas, formando um olhar educado, cultivado, sensível e pensante. Devido à falta de atenção ao exercício de olhar, exige-se uma revisão nesse processo educativo. Provocar encontros com a arte, idas a museus, galerias, exposições e espetáculos teatrais. Propor desafios instigantes sem respostas óbvias, sempre mediando os encontros, podemos mobilizar inúmeras habilidades, como interpretar, apreender e aperfeiçoar-se.
segunda-feira, 14 de março de 2011
Oração pela Liberdade
Oração pela liberdade
Miguel Ruiz
Hoje, Criador do Universo, pedimos que venha até nós e compartilhe uma comunhão de amor. Sabemos que Seu nome verdadeiro é Amor, que temos uma comunhão com Você por compartilhar a mesma vibração, a mesma frequência em que Você vibra, porque Você é a única coisa que existe no universo.
Hoje ajude-nos a ser como Você, a amar a vida, ser a vida, ser amor. Ajude-nos a amar da forma como Você ama, sem condições, expectativas, obrigações ou julgamentos. Ajude-nos a amar e a aceitar a nós mesmos sem nenhum julgamento, porque quando nos julgamos, acreditamos em nossa culpa e sentimos necessidade do castigo.
Ajude-nos a amar tudo o que Você criou incondicionalmente de modo especial outros seres humanos, principalmente os que vivem perto de nós: nossos parentes e as pessoas que tentamos amar com tanta força. Porque quando os rejeitamos, rejeitamos a nós mesmos, e quando nos rejeitamos, O rejeitamos.
Ajude-nos a amar os outros da forma como são, sem condições, Ajude-nos a aceitá-los da forma como são, sem julgamento para que possamos viver em completa paz e amor.
Hoje é um dia muito especial. Hoje abrimos nossos corações para amar novamente, de forma que podemos dizer ao outro “Eu amo você”, sem medo algum com sinceridade. Hoje nos oferecemos a Você. Venha até nós, use nossas vozes, nossos olhos, nossas mãos e nossos corações para partilhar a nós mesmos, numa comunhão de amor com todos. Hoje, Criador, ajude-nos a ser como Você. Obrigado por tudo o que recebemos neste dia, especialmente pela liberdade de ser quem realmente somos. Amém.
Uma Canção dos Índios Cherokees
Uma canção dos índios cherokees,
uma tribo da América do Norte,
diz que certa vez um homem implorou
para que Deus falasse com ele.
Um rouxinol, então, começou a cantar.
Mas o homem não ouviu e pediu novamente.
Um trovão ecoou nos céus.
O homem, porém, foi incapaz de percebê-lo. Disse: “Deus, deixe-me vê-lo”. E uma lua brilhou nos céus.
O homem nem notou e começou a gritar desesperado:
“Deus, mostre-me um milagre!”
E uma criança nasceu.
Mas o homem não sentiu o pulsar da vida e começou a chorar:
“Deus, toque-me e deixe-me sentir que você está aqui comigo!”
E uma borboleta pousou suavemente em seu ombro.
O homem a espantou com a mão e, desiludido, continuou seu caminho.
Triste, sozinho e com medo.
quarta-feira, 9 de março de 2011
Mudança na Educação
Mudança na Sociedade, Mudanças na Educação: o fazer e o compreender
Resumo do texto de José Armando Valente
Esse texto de José Armando Valente nos mostra que as transformações em que nossa sociedade passa, a partir do sistema produtivo, seguem para um novo paradigma, da parte da produção para a sociedade. Nesse novo paradigma o conhecimento é o fator fundamental, e isso requer um repensar nos processos educacionais. Sabemos que a mudança na educação é sempre lenta. Como essas mudanças deverão afetar a educação e quais serão suas implicações pedagógicas?
Sabemos da necessidade de transformações na escola, mas não sabemos até que ponto. A escola hoje está entre o ensino conservador e a aprendizagem mais liberal.
Fazendo uma comparação com a produção, no fordismo, trabalhadores pouco qualificados dominam partes da produção, empurrando as partes fragmentadas até a montagem do produto final. Na escola tradicional o professor também empurra as informações para os alunos. No novo paradigma, da produção enxuta, exige-se profissionais mais qualificados, que tomem decisões, assumam responsabilidades. Nas escolas o professor deverá estar mais qualificado para criar situações onde o aluno processe as informações e reflita sobre os resultados obtidos, pois o conhecimento é o fruto do processamento da informação, da compreensão. Ai chegamos a outra questão: Que ações educacionais deverão promover a compreensão?
Mudanças na sociedade
Segundo Valente as mudanças são rápidas a nível econômico, mas são mais lentas na educação.
O paradigma da linha de produção fordista já é passado, mas a escola ainda está estanque em diversos aspectos, principalmente no pedagógico (passar informação), na sua estrutura de disciplina, horários, etc...
No paradigma da produção enxuta exige-se indivíduos que saibam tomar decisões, assumir responsabilidades, escolhas.. Já não interessa mais o fazer, o montar, o passar adiante, mas a compreensão, a transformação da informação.
As novas propostas de educação não tem se mostrado satisfatórias até o momento pois ainda continua estanque a concepção da transmissão de informação e estrutura de disciplinas. Os conteúdos não favorecem a criação de ambientes de aprendizagem para a construção do conhecimento.
Como fazer a passagem do fazer para o compreender? Esse é dos maiores desafios educacionais, enfrentar as mudanças na escola para atender a demandas da sociedade do conhecimento.
Segundo Valente as mudanças abrangem:
Resgate do espaço da escola como ambiente educativo. Nesse espaço a informação deve ser convertida em conhecimento, por isso a questão do espaço e tempo deve ser revista na escola.
Sala de aula contextualizada e estendida a outros ambientes fora da escola, viagens, excursões, museus e em casa.
Currículo – O conhecimento deve ser construido e contextualizado (vinculado à realidade). Nesse sentido o currículo deve ser construido pelo professor e aluno.
Papel do professor como facilitador. A construção do conhecimento se dá por meio da depuração do conhecimento do aluno, incentivando a reflexão e a crítica.
Papel do aluno: constantemente intercedendo no aprimoramento, deve ser ativo, caçador de problemas para resolver e de assuntos para pesquisar, desenvolver habilidades como aprender a aprender, deve ter claro que aprender é fundamental para sobreviver na sociedade do conhecimento.
Nova gestão escolar; Administração mais flexível, mais autonomia de seus membros, professores também serão gestores desse processo educativo. Gestão deverá ser voltado a facilitar os processos de aprendizagem, aprimorando od mecanismos de gestão e de ensino-aprendizagem.
Papel da comunidade de pais- lar deverá ser um importante centro de aprendizagem. Os pais precisam saber o que é aprender na sociedade enxuta e como eles podem estimular e contribuir para a aprendizagem dos filhos, assim poderá ser mais ativos na Escola, contribuindo com sua experiência e ou auxiliando nas atividades de gestão pedagógica.
Auxilio de especialistas externos – Essa nova proposta deverá ser acompanhada pelos profissionais envolvidos, contar com o apoio de especialistas mais experientes.
Papel das novas tecnologias – ferramenta para comunicação de profissionais da escola e consultores ou pesquisadores externos, para apoiar a formação de alunos, nas habilidades que serão fundamentais na sociedade de consumo.
Somente a inclusão não é indicação de mudança, não é o computador que permitirá ao aluno entender determinado conceito. A compreensão é fruto de como o computador é utilizado e de como o aluno está sendo desafiado na atividade de uso desse recurso.
domingo, 20 de fevereiro de 2011
Os Quatro Compromissos
O livro do mexicano Don Miguel Ruiz: Os Quatro Compromissos – O livro da Filosofia tolteca , me tocou fundo, sabedoria tolteca e verdades universais. Para educadores é um prato cheio para entender nossos alunos.
Mas temos que compreender nossas próprias atitudes primeiro, lá vai....
Aprendemos que ao nascer já estamos condenados a viver o sonho social, que inclui todas as regras, crenças de uma sociedade, não escolhemos nossas crenças. Começamos a ser domesticados na família. Crianças acreditam em tudo o que os adultos dizem. Treinamos nossos filhos a partir de um sistema de castigos e recompensas. Mas nesse processo de domesticação nossas inclinações naturais são perdidas.
Fingimos ser o que não somos pelo medo de ser rejeitado. E acabamos sendo nosso próprio treinador. Nos punimos por não seguir as regras. Acabamos por sermos tiranizados pelo nosso juiz interno. Uma parte de nós carrega a culpa, a vítima, que se compadece de si mesma, se menosprezando.
Quando quebramos as regras, sentimos estranha sensação no plexo solar, é o medo, a insegurança. Por isso é preciso muita coragem para desafiar nossas crenças. Nosso juiz interno se baseia nessas crenças, decretando a sentença e a vítima sofre a culpa e o castigo. E cada vez que nos recordamos da culpa, nos castigamos novamente. O medo controla nosso sonho exterior. Experimentamos sentimentos negativos, como a raiva, o ciúme, a inveja, podendo nos levar a um inferno pessoal. Mantemos falsas crenças em nossas mentes que nos impedem de sermos livres e de enxergarmos quem realmente somos. Aprendemos a viver para agradar aos outros e sermos aceitos, mas não conseguimos nos encaixar nessa imagem perfeita que criamos.
Não podemos nos perdoar por não sermos o que idealizamos. Julgamos os outros de acordo com nossa imagem de perfeição.Ninguém pode nos fazer mal tanto quanto nós mesmos, o juiz, a vítima e o sonho social. A forma como nos julgamos é o pior juiz que jamais existiu. Quem mais nos faz sofrer nessa vida somos nós mesmos. O auto-sofrimento vem da auto-rejeição, quando descobrimos que nunca vamos conseguir atingir o ideal. Assim não aceitamos a maneira que somos e não aceitamos os outros da forma que são.
Firmamos centenas de compromissos, baseados no medo que nos fazem sofrer e fracassar. Podemos reclamar nosso poder pessoal rompendo com esses compromissos, que nos sugam energia e reafirmando compromissos que derivam do amor e conservam nossa energia. Nascemos com uma determinada quantia de poder pessoal que desperdiçamos nas obrigações que criamos, nos sentindo vazios e frágeis. Ruiz nos desafia a adotar quatro compromissos que irão aumentar nosso poder pessoal , nos livrando das obrigações que sugam nossa energia. Os quatro compromissos são:
2.Não leve nada para o lado pessoal
3.Não tire conclusões
4.Dê sempre o melhor de si

Caminhos - acrílico sobre papel reciclado
Seja impecável com sua palavra
A palavra é o dom que vem diretamente de Deus, ela é o poder que temos de criar, de expressar nosso poder criativo. Através da palavra tudo se manifesta. É a força, o poder de criar os eventos em sua vida. É instrumento de magia, se usada para criar beleza e amor. Seu mau uso é magia negra. Usada para espalhar nosso veneno pessoal, fazendo mau uso dessa força, criando o inferno em nossas vidas, ignorando os efeitos mágicos que produzimos. A mente humana é como um terreno fértil onde sementes estão sendo plantadas continuamente. Sementes de medo geram infelicidade. Sempre que aceitamos uma opinião ao nosso respeito, estabelecemos um compromisso que se torna parte do nosso sistema de crenças. Assim desenvolvemos complexos em nossos filhos, obrigando-os a carregar essa magia negra por anos e anos a fio. As pessoas que nos amam fazem isso conosco, precisamos perdoá-las, elas não sabem o que fazem .
A palavra é como um encantamento e nós as usamos como feiticeiros, encantando-se uns aos outros, impensadamente. Lançamos feitiços com nossas opiniões. Durante nossa domesticação recebemos opiniões sobre nós, muitas vezes depreciativas, em que acreditamos, firmando compromissos.
Ser impecável, sem pecado, é não cometer pecado contra sua natureza, é assumir a responsabilidade por seus atos, sem julgamentos ou culpas. O pecado começa quando nos rejeitamos. Auto-rejeição é o pior dos pecados. Ser impecável com sua palavra é não usá-la contra você mesmo. Se amo a mim mesmo irei expressar esse amor e respeito nos meus relacionamentos e não serei afetado por encantamentos que me prejudicarão. Temos que expurgar as fofocas de nossas vidas. Fofoca é magia negra, como um vírus de computador que se alastra numa corrente infinita, é um veneno instalado que cria o inferno.
Se adotarmos a impecabilidade da nossa palavra, seremos imunes aos venenos emocionais, não sendo terra fértil para a magia negra. Use a palavra para gerar amor se quiser ser feliz, começando com você mesmo.
Não leve nada para o lado pessoal
Levamos para o lado pessoal porque concordamos com o que está sendo dito. No período de nossa domesticação aprendemos a levar tudo para o lado pessoal, achamos que somos responsáveis por tudo. Nada do que os outros fazem é motivado por nós, mas por eles mesmos, de acordo com os compromissos que as pessoas possuem em suas mentes. Se ignorarmos comentários que nos magoam (lixo emocional dos outros), estaremos imunes a esse veneno. Se não tivermos necessidade de sermos aceitos, nada nos magoará. Se você ama a si mesmo, gosta da maneira como você é, assim você não levará nada para o lado pessoal.
Nossa mente percebe outras dimensões, outras vozes internas, de nosso anjo da guarda, e de cada compromisso, que provocam conflito interno quando não respeitamos o compromisso. Somos viciados em sofrimento, esse vício é um compromisso que reafirmamos todos os dias. Você se torna imune a magia negra e encantamentos se não levar para o lado pessoal. Pode dizer sim ou não, sem culpa ou autojulgamento. Para fazer escolhas responsáveis você tem que confiar somente em você, seguir seu coração.
Não tire conclusões
Temos o hábito de tirar conclusões, sobre tudo, sobre o que os outros estão pensando ou fazendo, entendemos errado, levamos para o lado pessoal e reagimos enviando veneno emocional com nossa palavra (pedindo problemas..) . Os problemas foram causados pelas conclusões erradas levadas para o lado pessoal. Criamos veneno emocional tirando conclusões erradas, principalmente por tagarelarmos sobre elas, isto é transferindo veneno para os outros. Seria mais fácil pedir esclarecimento, mas preferimos levar para o lado pessoal tirando conclusões que nos predispõem ao sofrimento. Tirar conclusões em relacionamentos é pedir problemas. Pensamos que nossos parceiros sabem o que pensamos e não precisamos dizer o que queremos.
Acreditamos que todos enxergam a vida da mesma forma que nós, julgam e sofrem como nós. Por isso temos medo de ser nós mesmos em presença dos outros, achamos que os outros nos julgam e vitimam, tal como nós mesmos, portanto, antes que os outros tenham a chance de nos rejeitar, nós nos rejeitamos. Quando iniciamos um relacionamento enxergamos o que desejamos e se a pessoa tem alguma característica que não gostamos, acreditamos que podemos mudá-la com nosso amor. Mas o amor verdadeiro é aceitar a pessoa como ela é, sem tentar mudá-la, se tentarmos mudá-la é porque não a amamos de verdade. Fazer perguntas é a forma de não tirar conclusões. Sem tirar conclusões, sua palavra se torna impecável.
Dê sempre o melhor de si
Faça sempre o seu melhor, nem mais nem menos. Seu melhor possui mais qualidade quando estamos saudáveis, sóbrios, descansados e energizados. Se exagerarmos, esgotamos nossas energias, se fizermos menos vamos nos sujeitar a frustrações e culpas. Fazendo o melhor estaremos livres de julgamentos e autopunição. Quebramos um encantamento sob o qual sempre estivemos. Dando o melhor de si viveremos intensamente nossa vida, seremos mais produtivos, iremos nos doar à nossa família, comunidade, a todos. A maioria das pessoas só age quando espera recompensa e não aprecia a ação, por isso não fazem o melhor. Se agirmos pelo prazer de agir, sem esperar recompensa, estaremos realmente apreciando a vida. Nosso juiz interno não terá a oportunidade de descobrir nossa culpa ou de nos condenar. Quando fazemos o melhor de nós pelo prazer de fazer, estamos agindo porque apreciamos agir.
Vivamos o momento presente aqui e agora , façamos sempre o melhor na procura de liberdade pessoal, na busca do amor-próprio. Precisamos honrar o homem ou mulher que somos. Respeitar, aproveitar e amar nosso corpo, alimentando-o, limpando-o, curando-o, isto é a comunhão com Deus. Nosso corpo é uma manifestação de Deus e se sabermos honrá-lo, tudo vai mudar em nossa vida.
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Seminário de Informática Educativa
Seminário Interno de Informática Educativa da RME de Caxias do Sul
2ª Etapa - 05/11/10 - Palestra "Educação e Tecnologia - Uma Parceria que dá certo"
Ministrante : Profº. Dr. José Armando Valente - NIED-UNICAMP e CED-PUCSP
Dr. Valente esteve em Caxias em 1994, de lá pra cá passaram-se mais de 15 anos.E hoje, dia 05 de novembro estamos aqui com ele de novo, no auditório do Colégio São José. O tema é " Educação e Tecnologia - Uma parceria que dá certo". O auditório está cheio, a parceria com a UCS, trouxe muitos estudantes de computação e professores de outras áreas também.
Desde que os computadores foram introduzidos na Educação, nos anos 80, a intenção era formar professores para serem capazes de integrar os computadores nas atividades de sala de aula. Mas até hoje essa integração não acontece, e isso não é só do Brasil. Qual a razão?
Com esta constatação, Valente inicia sua palestra.
Como as TDIC (Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação) são tratadas no currículo? Aí está a razão da desintegração.
Valente refletiu sobre Currículo e tecnologias. Como fazer a integração? Como integrar as TDIC aos conteúdos diciplinares auxiliando no processo de construção de conhecimento?
Desde 1980, no Brasil se pensa nessa integração. A informática nas escolas iniciou nos anos 80 com o MSX, ensinando a programar com a linguagem Logo. Mas o Logo estava muito longe do que o professor fazia em sala de aula ...
Hoje temos contato com novas mídias ou tecnologias digitais: Internet, vídeo, som, fotografia, celular etc... há uma grande convergência de mídias, originando as TDIC. Comunidades sociais, a realidade virtual, DVD, jogos de computadores, web, Internet, computadores multimídia abrem portas para inúmeras possibilidades.
Porém dentro de toda essa revolução, esquecemos como as coisas funcionam, a programação. Sabemos usar muito bem, mas não sabemos como funcionam.
Segundo a definição e seleção de Competências Chave, elaborado pela OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico) as competências essenciais são:
- Comunicação na Língua Materna; em linguas estrangeiras; Competência matemática e competências básicas em ciências e tecnologia; Competência digital; Aprender a aprender; Competências sociais e cívicas; Espírito de iniciativa e espírito empresarial; Sensibilidade e expressão culturais.
A competência digital está dentro das essenciais para a formação do cidadão e das competências que vão nortear políticas educacionais.
TDIC não são mais como ferramentas ou recurso, mas como linguagem para representação dos conhecimentos e portanto determinante do currículo. Porém na tentativa de integração com o currículo as TDIC roubam a cena, não ocorrendo a integração, pois não são usadas aproveitando todo seu potencial para a aprendizagem.
As razões da desintegração estão no documento:
www.escola.gov.pt/docs/CompetenciasTIC-EstudoImplementacaoVoII.pdf
Temos que trabalhar como fazer a integração.
Possíveis razões da falta de integração:
Escassez de infra-estrutura (não é o caso da Finlândia, que tem infra-estrutura, mas sem integração.);
Rápida evolução das TDIC;
Formação inadequada dos educadores (não basta conhecimento, mas mudança de concepções para promover a integração);
Necessidade de trabalhar crenças e teorias pessoais dos educadores;
necessidade de tempo para o domínio pedagógico das tecnologias.
O uso pedagógico das TDIC está relacionado com as concepções e teorias pessoais.
Negligenciar crenças e teorias pessoais pode acarretar o choque de duas culturas opostas.
Como se dá a apropriação das TDIC nos educadores? Segundo o trabalho de Marilene A.F.Borges a base é o lado emocional.
O domínio pedagógico ds TDIC não se dá por decreto mas por etapas.
Conceitos básicos:
aplicação em conteúdos disciplinares;
integração das TDIC nos currículos;
transformação pedagógica.
Possíveis soluções:
Mudança no currículo que foi elaborado para a era do papel e lápis. Era digital: exploração, animação.
http://www.slideshare.net/webcurriculopuc/do-currculo-papel-e-lpis-ao-digital
Valente nos mostrou uma equação de 2º grau para papel e lápis e depois uma simulação feita a partir do site de simulação PHET.
Na educação tradicional a Ação vem em último lugar. Primeiro aprendemos o conceito, interpretação, compreensão e Ação (estágios), assim fomos formados.
Uma educação baseada na experimentação deve começar pelo inverso, primeiro a ação, depois a reflexão e compreensão (teoria).
É necessario ampliar o conceito de letramento, tendo em vista as diversas linguagens e escritos.
Multiplas habilidades e modalidades: letramento digital, visual e sonoro. Quando se cria oportunidades, se descobre talentos, mas quando se determina, limita-se a criatividade.
Software educacionais próximos dos conteúdos disciplinares como o Projeto Migen LKL que auxilia no processo de generalização matemática (Inglaterra).
http://migenproject.wordpress.com/
Projetos de Laptops em sala de aula:
www.esec-povoa-lanhoso.rcts.pt/
http://sites.google.com/site/netaulas/portateis
O uso dos Laptops é um grande desafio. O projeto UCA – Ceibal no Uruguai
No Uruguai quase 80% das escola já fazem parte do projeto Ceibal, mais de 380 mil laptops já foram distribuidos na rede estadual de ensino
Temos que entender que nada está terminado, mas em processo de produção, requer criatividade por parte dos educadores.
Ações Práticas:
Incentivar múltiplas experiências
não esperar que haja consenso pedagógico
promover experiências que visam a apropriação tecnológica.
Fim da palestra, perguntas e a ciencia de um novo olhar da nossa realidade. O grande aprendizado é sermos capazes de empreender essa transição. Nós professores somos como barqueiros que devem assegurar essa travessia no desafio da renovação possibilitando a integração das TDIC nas escolas.
Profª Vera Medeiros
Seminário de Informática Educativa
04, 05 e 06 de novembro de 2010-11-08
http://infoeducacaxiasdosul.blogspot.com/
Os relatos desse ano mostraram a importância do professor de sala de aula, na articulação dos projetos. Não podemos deixar de contar com o coordenador pedagógico nos planejamentos, mas o professor de sala de aula cada vez assume mais a parceria com as novas tecnologias.
À tarde tivemos a presença do secretário da Educação Édson da Rosa que reforçou a importância da tecnologia, informou que das 85 escolas municipais, temos 75 informatizadas nesse ano.
Desde o ano passado contamos com a parceria da UCS, através dos alunos do curso de Computação.
“O Jogo da Vida e Esperança”
Os relatos da manhã do dia 04 iniciaram com a EMEF Bento Gonçalves da Silva. Eu, Vera e a professora Maria do Carmo relatamos o projeto Escritor na Escola em parceria com a Biblioteca. Todas as séries participaram com vários títulos. Os escritores do projeto são Lourdes Curra e Gilmar Baldasso dos Santos. Os títulos trabalhados na Informática são “O Jogo da Vida” de autoria dos dois escritores e Esperança de Lourdes Curra.
O Jogo da Vida é um livro para adolescentes, está dentro do projeto do escritor Gilmar de despertar uma nova consciência na humanidade. Ele traz muitas respostas a questionamentos como Quem sou eu? De onde vim? Qual o propósito da vida? Esse tema veio de encontro ao projeto maior da Escola, “Preservação do Meio Ambiente e da vida”. O objetivo maior é incentivar virtudes cidadãs : tolerância, respeito as crenças de cada um, a diversidade cultural, ao meio ambiente e a solidariedade.
No Lie trabalhamos histórias em quadrinhos, digitação de poemas, de orações e gravação de voz no Audacity.
Profs.Vera E.Medeiros, Maria do Carmo V. Gomes, Leila M.S.da Rocha e Carla E. Pacheco e Lorena D. da Silveira Alves
“Fotografia conhecendo o passado e entendendo o presente”
Relato da professora Fátima da EMEF Giuseppe Garibaldi. Um trabalho de resgate de memória com a participação da estagiária de Psicologia Louise Dall’Agnol. Os alunos trabalharam, de forma artística, fotografias tiradas de vários espaços da escola utilizando-se do Software Gimp.
Outro trabalho mostrado em parceria com a Língua Inglesa (profª Karina) foi “A Interação da Língua Inglesa no ambiente da Wikispace”
Profs. Fátima M. Grochot, Carmen Capra, Silvana Bioto, estagiária de Psic. Louise Dall'Agnol e Karina F. Alves
“Interagindo em Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA)”
Os alunos da EMEF Paulo Freire tiveram o privilégio de interagir com alunos de Aracaju através de um ambiente virtual de aprendizagem, tendo a UDESC como instituição parceira.
Profs. Mara Dosso e Mara Rossato
“Revolução Industrial no Brasil – Tarsila do Amaral “Os Operários”
Alunos surdos da EMEF Hellen Keller mostraram seus talentos na elaboração de blogs. O grupo de alunos que se apresentou encantou a todos, em especial Marcelo, blogueiro muito curioso em conhecer novos recursos da tecnologia.
http://nostemossonhos.blogspot.com
Pros.Monica de Oliveira e Edi Boff
“Redescobrindo a Cultura Gaúcha através do vestuário”
Os professores Jussara e Everson da EMEF Machado de Assis exploraram a cultura gaúcha nesse projeto. A Semana Farroupilha foi trabalhada em vários âmbitos. Em parceria com a pesquisadora dos trajes gaúchos, de Rio Grande, Dulce Helena, fizeram desfile dos trajes gaúchos. Quarenta trajes, mostrando a trajetória das vestimentas foram emprestados pela pesquisadora à escola. Alguns alunos estavam presente vestindo os trajes, entre eles o aluno Sérgio Petri, menção honrosa da Olimpíada de Matemática.
Profs. Jussara M. M. Biasuz e Everson P. da Silva
“Selfish: a Língua Inglesa nas relações interpessoais “ e “Doenças, saúde preventiva e o meio ambiente”
Vários professores e alunos da EMEF Ramiro Pigozzi estavam presentes no relato. Elaboraram fotonovela, fotografadas pelos alunos e história em quadrinhos. Um grupo de alunos explicou o trabalho. As fotonovelas eram em inglês, elaboradas no editor de texto.
www.maquinadequadrinhos.com.br (site de fazer quadrinhos com a turma da Mônica)
http://ramiropigozzi.blogspot.com
Profs. Antônio Leite, Salete B. Silviera e Nilcéia P. dos Santos
“Nós no mundo” e “Escrevendo pra valer – Desperdício de alimentos e destinos dos resíduos”
Relatos da EMEF João Papa XXIII. Geografia e Português. O primeiro explorando o hipertexto como fonte de pesquisa no estudo de conceitos como Pib, IDH, taxa de mortalidade etc..
O segundo priorizou o estudo da língua, através de oficinas de produção textual explorando gêneros textuais. O tema enfocou o desperdício da merenda na escola. Alguns trabalhos foram em vídeo.
Profs. Rosângela B. Ampessan, Joviane Pereira e Luciane S. Reis
“Projeto Cuidar”
EMEF Santa Lúcia contou com alunos no relato. Os alunos elaboraram slides que foram transformados em vídeo através do software Kdenlive. Tiveram vários problemas com o software, mas mostraram resultado positivo.
Profs. Neiva C. Andreazza e Dalila Boniatti
"Natureza Viva"
EMEF Américo Riberio Mendes
O principal objetivo desse relato com o 2º ano é perceber a natureza como parte da nossa vida, reconhecendo sua importância e a necessidade de a preservarmos. Através de estudo sobre cobras os alunos fizeram slides.
Profs. Cheila Daneluz e Carliza Timm
"A Matemática em diferentes contextos"
EMEF Caldas Júnior. Objetivo: transformar a Matemática em algo prazeiroso. Foram pesquisadas receitas de familia e escolhido uma receita para ser elaborada. A receita escolhida foi a de biscoitos. A fabricação dos biscoitos envolveu os alunos. Além de pôr a mão na massa trabalharam: Base 10, proporção, probabilidade e o softer Kig.
Profs. Miriam B. Narvaz e Simone C.R. Tonietto
"Conflitos de uma adolescente"
EMEF José Protázio Soars de Souza. Através de hipertexto coletivo os alunos criaram no Editor de Slides uma história com vários finais. O diferencial desse trabalho foi a criação dos personagens com massinha de modelar que foram fotografados e inseridos nos slides.
http://liejoseprotazio.blogspot.com
Profs. Elisabete Bianchi e Valesca S.S.Padilha
"Reciclar e Semear novas ideias"
EMEF Luiz Antunes. Nesse projeto, de valorização da água e da reciclagem, foram explorados o site da SAMAE e do Greenpeace entre outras coisas.
www.samaecaxias.com.br
No site do Greenpeace: http://www.greenpeace.org.br/biblioteca/jogos.php
encontram-se novas versões para as histórias infantis.
Profs.Elenir Besegato, Verlaine Maciel e Adriana Correa
"Tribo do vale do Rio Omo"
EMEF Pe. João Schiavo apresentou o projeto elaborado na época da Copa do Mundo. As tribos do vale do Rio Omo, no sul da Etiópia ainda não foram influenciadas pela civilização, são governadas por suas próprias leis e rituais. Para nós ocidentais são povos exóticos, pintam seus corpos, usam roupas feitas de peles de animais. Os alunos conheceram um pouco de sua cultura e em parceria com Artes, também se pintaram e puderam trabalhar suas fotos no editor de desenho. Esse trabalho foi muito bem recebido pelos pais no dia da entrega de agendas.
Profs. Maria Lurdes Gaviraghi e Audrey A. Simon
“Construindo a idéia de Mapa”
EMEF Profª Marianinha Queiroz com a professora Maria Angela do 3º ano. O objetivo maior do projeto é o conhecimento e a expressão da linguagem cartográfica, familiarizando os alunos com conceitos que os ajudem a construir conhecimentos que permitam desenvolver habilidades de leitura e interpretação de variadas fontes gráficas de informação: plantas, mapas etc... A área de Estudos Sociais ficou em evidência também no estudo da história do bairro. O ponto alto foi a construção da maquete do bairro com a elaboração de prédios/pontos referência por cada grupo de alunos. No Lie os alunos tiveram contato com o Google Mapas, vídeos do youtube sobre plantas baixa e projetos de casa e desenharam uma planta de casa no Editor de desenho.
Construindo uma planta baixa:
http://www.youtube.com/watch?v=XiU2_ebGIac
Projeto de uma casa:
http://www.youtube.com/watch?v=dFzKwcUFFJc&NR=1
Projeto de casa em 3ª dimensão:
http://www.youtube.com/watch?v=QQ-uJIOCBGI&feature=related
Profs. Vera E. Medeiros, Maria Angela Zanol e Elza Noemy de Vargas
"Um olhar sobre a tecnologia e a autonomia"
EMEF Pref. Luciano Corsetti
Fernando Francini, da 8ª série é um aluno com necessidades especiais, portador de Ataxia, Síndrome Cerebelar. Atendido com monitoria, foi agraciado com uma nova visão de mundo desde que teve o seu próprio notebook. Ele apresentou sua história com fotos em slides. Com dificuldade no falar, mostrou sua vida e sua inclusão na escola municipal.
Profs. Márcia dos Santos Opilhar e Odete Toniolli
"Identidade"
EMEF Senador Teotônio Vilela
Profs.Silvia Mazzoti e Valéria Castilhos
Projeto "UCA"
Relato da professora Cintia no projeto Um Computador por Aluno da Escola Caldas Júnior.
“Geometria com o uso da Linguagem Logo de programação – Kturtle”
Segundo relato da EMEF Profª. Marianinha Queiroz. Em parceria com o professor de Matemática Jair Rippel , a linguagem de programação Logo foi explorada pela 5ª série da tarde. O principal objetivo é o de introduzir a ideia de lógica de programação com a utilização da linguagem Logo na aplicação de conceitos da geometria plana no estudo dos polígonos, e de formas geométricas diversas.
Profs. Vera Elenita Medeiros e Jair Rippel Jr.
"Regionalização"
EMEF João de Zorzi
Profs. Eliane F. M. Zandomeneghi e Marcos Alves
"Produção e gravação da Rádio Escola"
EMEF José Protázio Soares de Souza
Profs. Rosangela Rech e Olinta C. Vitto e a estagiária da UCS Renata Vitto
"Tratamento de informações"
EMEF Ruben Bento Alves
Profs. Maria Izabel Telli e Fabiane Granzotto
domingo, 5 de setembro de 2010
Patrimônio Histórico
Era um predio antigoLembro da fachada,numa esquina....Ali... era ali...Agora vejo uma cerca de aglomeradoPintada de preto,avisando lutologo vai cair no esquecimento,antigas histórias,apertadas entre vidros reluzentes...E as velhas histórias?
domingo, 29 de agosto de 2010
Competências e Habilidades
Do curso realizado na E.M.E.F.Bento Gonçalves da Silva, pela Ms. Vânia Moreles Rowell "Competência e Habilidades - processo de aprendizagem"
Aprender é muito bom, é próprio do ser humano. Somos seres do conhecimento. Mas só aprendemos o que faz sentido para nós, pois o conhecimento é interno.
As dificuldades dos alunos, muitas vezes está no entender os enunciados. A grande dificuldade está no conhecimento de conceitos. Muitas vezes, por já sabermos, subtendemos que os alunos também já sabem, mas quando questinamos percebemos a ignorância de muitos conceitos que nos pareciam já sabidos.
Seguindo o ciclo de resolução de problemas de Stemberg, podemos começar assim:
1- Identificar o problema;
2- compreendê-lo, estabelecendo sentido;
3- construir estratégias - monitorando o processo de resolução.
Que estratégias podemos usar para resolução de problemas?
Partindo da decomposição da totalidade do problema em elemntos compreensíveis, a análise.E depois reunindo os elementos essenciais para organizá-los em prol de resolvê-lo.
Qual a diferença entre problema e exercício? O problema é um obstáculo que temos que resolver e o exercício é a prática, o exercitar, consolidando, formando as redes neurais daquele assunto. Algumas coisas precisam ser automatizadas como a tabuada. Memorizar é uma habilidade muito importante para a aprendizagem.
Se "analisar, observar, comparar, relacionar, organizar argumentar, sintetizar e descrever são partes necesárias para a resolução de problemas e se aos elementos desse conjunto chamamos habilidades, então o que é habilidade?
Partindo dessa pergunta nos encontramos numa rede de conceitos fervilhando em nossas cabeças. Nossa reflexão é estimulada para buscarmos o conhecimento prévio, o que já sabemos sobre isso. Temos que organizar o que sabemos para poder expô-lo. Descobrimos que aprendemos por necessidade e o que tem sentido para nós.
Algumas concepções de habilidade:
- Aptidão, disposição inata ou adquirida para alguma coisa, destreza (Saraiva, 1993)
- Saber como, adquire-se gradualmente e por prática, por descobrimento. (Pozo, 1998)
- Ação física ou mental que indica a capacidade adquirida. Assim, identificar variáveis, compreender fenômenos, relacionar informações, analisar situações problemas, sintetizar, julgar, correlacionar e manipular são exemplos de habilidades. (Vasco Moretto, 2002)
- As habilidades decorrem das competências adquiridas e referem-se ao saber fazer. Por meio das ações e operações, as habilidades aperfeiçõem-se e articulam-se possibilitando nova organização das competências (ENEM)
- Uma competência para ser constituida pressupoe o desenvolvimento de procedimentos, operações, estratégias ou seja, de um conjunto de habilidades.
As habilidades podem ser hierarquizadas, as competências não, cada habilidade está constituida de outras habilidades, como a habilidade de ler, que compreende as habilidades de decodificar, compreender e interpretar.
São Habilidades: saber fazer: operação cognitiva, açõa mental voluntária que presupões processamento, estruturação, ação pensada, por isso pode ser aprendida, desenvolvida, aperfeiçoada, automatizada.
Habilidades:
Analisar, observar, comparar, relacionar, organizar argumentar, sintetizar e descrever são habilidades que se desenvolvem a vida inteira, com níveis diferentes de complexidade.
Competência:
- Utilizar adequadamente diversas linguagens humanas, sejam verbais ou não-verbais;
- resolver problemas de forma visível e eficaz;
- usar adequadamente a informação acumulda;
- avaliar criticamente dados, situações e fenômenos;
- atuar em grupo.



