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domingo, 19 de fevereiro de 2017

Hibiscus


 


Uma das flores, símbolo do calor tropical, muito usada em estamparia é a flor do hibisco. Lembro dos anos 80, quando a tendência da moda para os jovens vinha do surf e do skate, das camisas masculinas com enormes flores de hibisco, que nos remetia ao Havaí ou praias ensolaradas! Ainda hoje essa estampa faz sucesso. Mas afinal que flor é essa?

O hibisco que produz as flores maravilhosas que conhecemos é nativo da Àsia tropical, mas proliferou pela Europa, Ásia e a América.

Hibiscus é uma palavra grega que significa Ísis, a deusa egípcia. Essa deusa era a representação da mãe e esposa ideal, protetora dos mortos e das crianças!

Essa planta é da família das Malvaceae, com uma infinidade de espécies. Ela se adapta bem a climas quentes e úmidos, não tolera geadas, por isso é associada ao mundo tropical!

Possui folhas e flores exuberantes. A flor em forma de cálice tem diversas cores e tonalidades. Um único arbusto produz muitas flores, que duram pouco, mas se renovam continuamente. No final do inverno a planta deve ser podada para brotar na primavera, são esses ramos novos que produzirão as flores do ano.



A espécie hibiscus sabdariffa é medicinal, o chá das flores é usado nas dietas de emagrecimento. A espécie contem antioxidantes que nos protegem contra os radicias livres. O chá da flor possui polissacarídeos, glicose e frutose, é rico em cálcio, magnésio, ferro, vitaminas A e C, além de outros elementos favoráveis a saúde.



As espécies ornamentais, mais usadas em jardins são o hibiscus rosa-sinensis e o hibiscus syriacus

A partir da hibridação do hibiscus rosa-sinensis com outras espécies, surgiram a grande variedade que conhecemos atualmente. 


 


 


Fotos tiradas em Ibiúna - SP

 Para saber mais:
http://www.infobibos.com/Artigos/2008_4/hibisco/index.htm

domingo, 11 de dezembro de 2016

Estrada do Imigrante - Casas Bonnet

Em Caxias do Sul há muitos pontos turísticos, mas para quem quer conhecer a região do RS, onde chegaram os primeiros imigrantes, com suas casas feitas de pedra, a sugestão é almoço típico com passeio nas Casas Bonnet, na Estrada do Imigrante.

Henry Bonnet, francês, chegou a essa região em 1875, época do início da imigração italiana. Ele construiu uma pequena casa de pedra e barro em 1877, que serviu de armazém de secos e molhados para os imigrantes que chegavam. Dois anos mais tarde ele construiu outra casa maior, onde é o atual restaurante Bonnet. Essas duas casas foram hospedarias para os imigrantes. Há mais de 60 anos o patrimônio pertence a família Tonietto, que a partir do ano 2000, vem resgatando a história e cultura dos antepassados com turismo rural através do restaurante típico, apresentação artística com música dos componentes da família, visita à casa museu e passeio de carretão por caminhos entre vinhedos, matas, vales e paisagens da serra gaúcha.

A antiga casa hospedaria transformada em restaurante


Após o almoço, apresentação de músicas italianas pelo casal de nonos, filhos e netos 

 Observem a grossura da parede pelo parapeito da janela. 

As primeiras construções eram de pedra. Enfileiravam as pedras fazendo a parede dupla e no vão formado por elas, preenchiam com barro e pedregulhos, deixando as paredes grossas. As aberturas era reforçadas com troncos grossos de madeira.



 Dois carretões prontos para o passeio





 Vista das videiras e do vale









 Depois do passeio conhecemos o museu da primeira casa de pedra,  nas proximidades do restaurante




 A casa construída por Bonnet em 1877

 Fotos do interior da casa, com instrumentos e maquinaria usada pelos imigrantes







 Capela São Luiz
Escola João Spadari Adami

Agradeço à Escola Ângelo Guerra, que possibilitou esse passeio aos professores.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

Quinta da Estância - Turismo Rural



Quinta da Estância

A Quinta da Estância é uma fazenda de turismo rural, considerada a maior no Brasil. Essa fazenda também é conhecida por ações sustentáveis e de educação ambiental. Abrange uma área de mais de 100 hectares. Grupos de estudantes, de idosos ou de empresas, com agendamento prévio, são recebidos por monitores que orientam a visitação e as atividades práticas.





Há uma infraestrutura de lazer rural com trilhas,  passeio a cavalo, zoo de animais silvestres, banho de lama e banho de piscina. Mas a grande aventura, principalmente para os jovens  está nos  esportes radicais, que estimulam a superação de medos, como a tirolesa de 9 m de altura e 50 m de extensão!










Esportes radicais com tirolesa  de 9 m de altura e 50 m de extensão!







Vários baners informativos estão espalhados pela fazenda


Parquinho para os menores

Trilha Ecológica 
A trilha atravessa o mato, se der sorte pode-se avistar bugius
Há muitas figueiras antigas pela fazenda




A vista encanta!
 


No viveiro de aves exóticas há mais de 60 espécies de aves ornamentais como faisões, patos, galinhas, marrecos e gansos.


faisão dourado


Você pode se deparar com um coelho pelo caminho



João-de-barro
 É admirável a  quantidade de ninhos de joão-de-barro!




Outro ninho na janela do restaurante









No viveiro de animais silvestres há  aprensões do IBAMA e Brigada Ambiental, parceiros da Fazenda. Ocorrendo a soltura das aves dessa região.

 "O criadouro conservacionista iniciou em 1996, trabalhando voluntariamente no recebimento, identificação, reambientação e reprodução de animais silvestres brasileiros, apreendidos pelo IBAMA, Brigada ambiental e Polícia Federal, muitos oriundos do tráfico ilegal e maus tratos. "

 Viveiro das emas
 Viveiro dos catetos

 O viveiro de Imersão possibilita a aproximação de aves como araras, tucanos e papagaios.






Tucano-toco, bico enorme amarelado com a ponta escura, procurando chamar a atenção do visitante!






Papagaio-charão, espécie em extinção
Arara-canindé

Onde fica? A fazenda Quinta da Estância fica em Viamão no RS. 

RS 118 Km 32 – Estrada da Estância Grande, 395
Viamão RS

Quer saber mais?

http://www.quintadaestancia.com.br/


Agradeço à Escola Marianinha por possibilitado esse passeio aos alunos, no qual eu pude acompanhar.